Xadrez de Austen e Puberdade

Ok gente, este post é um pouquinho diferente. Acabei de ler Persuasão e antes dele já tinha lido a Abadia de Northanger, ambos escritos por Jane Austen e, dadas as características que reinam na escrita dessa autora, concluí que não será necessário fazer uma resenha para cada um dos livros.

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Aliás, nessa postagem não vou falar apenas desses dois livros. Vou falar de Jane Austen e acho que será mais produtivo.
Então, vamos lá…
Jane Austen, Jane Austen.
Apesar de todos os adjetivos positivos a ela atribuídos é preciso admitir que ela parece estar sempre falando da mesma coisa em todos os seus romances.
Na verdade, ainda não li todos os seus romances publicados (6 no total), mas dos quatro que já li (porque sempre dou mais uma chance) posso concluir que o leitor sempre vai encontrar uma jovem de família simples que, ignorada por seus parentes, não é lá tão bonita, mas é inteligente e espirituosa; um jovem rico que apesar de todos os estigmas sociais se apaixona pela heroína; um nobre orgulhoso para interferir e uma amiga ou senhora desmiolada. Ah, e sempre tem um jovem charlatão também, que tenta se casar com a heroína seja por dinheiro ou por um título de nobreza. Continue reading →